Depois de derrotar um desafio nascera uma outra carência, uma outra provocação, constata-se que o mundo é feito de provocações e vontade de vence-las
Try, Try agan, agan
Tente outra vez, tente outra vez para ter certeza do cansaço e do trabalho, tente uma outra vez para compreender o acaso e o depois do acaso, mas, também, a ansiedade de chegar perto, e quase perto da vitória, haverá pequenos tropeços colocando-te a frente da desistência ou do último salto, para o desejado êxito, ai reside a fibra dos campões ou dos sucumbidos.
Depois de derrotar um desafio nascera uma outra carência, uma outra provocação, constata-se que o mundo é feito de provocações e vontade de vence-las, mas triunfar de que forma? Para preencher uma necessidade brutal de mostrar toda a nossa habilidade, que a vida nos proporcionou.
Mas, em algum momento recordas da morte? Não, não, a morte é conversa dos desvigorosos, porque eles são… talvez humildes.
Quem ousará desistir diante dos detalhes? Quem sucumbira no mínimo, para ser um mero nada? Hoje foi o dia da derrota! Tente outra vez, tente vezes sem conta.
Cansas!!! Sim, irás cansar vezes sem conta, será o seu cansaço e sempre a sua sua história, por isso tente por hábito, tente por rotina até que o erro vire a certeza, ai, depois de tanta tentativa, vais ver que já transpuseste uma geração moldada à tua imagem, porque o novo é sempre estranho e o estranho só é normal com o tempo.
Não pense que haverá o certo, haverá o possível, por isso, de tempo em tempos mude de estratégias, fazendo da tentativa e da insistência o teu cavalo de batalha, ai residira a sua imagem e a sua identidade, mude mas tente sempre ser bom, a sua imagem.
É o ciclo de tanto tentar, tentar até acertar. Terá em algum momento de chegar ao ponto de virar a cara para a retaguarda e testemunhar quantas pessoas ficaram para trás e quantas desgraças comete-se por causa dessa satânica luta de tentar e tapar as necessidades, mas mal ainda, é não tentar. Chegará o dia de abrandares e fazer outras obras e outros destaques, mas já é tarde, já és velho demais, e chegou a morte e é tarde para o perdão.
Tente outra vez, tente outra vez para ter certeza do cansaço e do trabalho, tente uma outra vez para compreender o acaso e o depois do acaso, mas, também, a ansiedade de chegar perto, e quase perto da vitória, haverá pequenos tropeços colocando-te a frente da desistência ou do último salto, para o desejado êxito, ai reside a fibra dos campões ou dos sucumbidos.
Depois de derrotar um desafio nascera uma outra carência, uma outra provocação, constata-se que o mundo é feito de provocações e vontade de vence-las, mas triunfar de que forma? Para preencher uma necessidade brutal de mostrar toda a nossa habilidade, que a vida nos proporcionou.
Mas, em algum momento recordas da morte? Não, não, a morte é conversa dos desvigorosos, porque eles são… talvez humildes.
Quem ousará desistir diante dos detalhes? Quem sucumbira no mínimo, para ser um mero nada? Hoje foi o dia da derrota! Tente outra vez, tente vezes sem conta.
Cansas!!! Sim, irás cansar vezes sem conta, será o seu cansaço e sempre a sua sua história, por isso tente por hábito, tente por rotina até que o erro vire a certeza, ai, depois de tanta tentativa, vais ver que já transpuseste uma geração moldada à tua imagem, porque o novo é sempre estranho e o estranho só é normal com o tempo.
Não pense que haverá o certo, haverá o possível, por isso, de tempo em tempos mude de estratégias, fazendo da tentativa e da insistência o teu cavalo de batalha, ai residira a sua imagem e a sua identidade, mude mas tente sempre ser bom, a sua imagem.
É o ciclo de tanto tentar, tentar até acertar. Terá em algum momento de chegar ao ponto de virar a cara para a retaguarda e testemunhar quantas pessoas ficaram para trás e quantas desgraças comete-se por causa dessa satânica luta de tentar e tapar as necessidades, mas mal ainda, é não tentar. Chegará o dia de abrandares e fazer outras obras e outros destaques, mas já é tarde, já és velho demais, e chegou a morte e é tarde para o perdão.

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